FRAGILIDADE AMBIENTAL ASSOCIADA AO RISCO POTENCIAL DE EROSÃO DE UMA ÁREA DA REGIÃO GEOECONÔMICA MÉDIO MOGI GUAÇU SUPERIOR (SP)

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Ângela Terumi Fushita
Lívia Haik Guedes Camargo-Bortolin
Eurípedes Maximiano Arantes
Marco Antônio Albano Moreira
Cláudio Jorge Cançado
Reinaldo Lorandi

Resumo

O trabalho objetivou determinar a fragilidade ambiental de um segmento de área da Região Geoeconômica Médio Mogi
(SP), utilizando-se a técnica de avaliação por múltiplos critérios, presente no SIG Idrisi 32®. No mapa de fragilidade
ambiental gerado na escala 1:50.000 predominou as áreas classificadas como de baixo e médio risco à erosão.Aclasse de
fragilidade muito baixa reflete uso conservacionista do solo, porém com pouca influência devido a sua área reduzida.
Houve maior influência do material geológico representado pela Formação Serra Geral, das unidades de mapeamento
com Latossolos Vermelhos, das áreas com várias fisionomias de cerrado, mata e pastagem. As áreas com vegetação
natural são restritas e esparsas, de modo que a ocorrência do Latossolos Vermelhos foi o fator determinante na contribuição percentual da classe de fragilidade muito baixa. A classe de fragilidade muito alta apresentou baixa participação
espacial, sendo influenciada pela ocorrência de declividades com maior grau de influência nos processos erosivos, por planícies aluviais, pelas unidades de mapeamento Neossolos e pela existência de solos expostos, área urbana e minera-
ção. As formas de uso e ocupação que condicionariam alta fragilidade ambiental potencial tiveram suas influências
minimizadas pela ocorrência de fatores como declividades com menor grau de influência nos processos erosivos, solos
permeáveis e formas de relevo suavizadas, resultando na classe de média fragilidade ambiental.

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Como Citar
FUSHITA, Ângela T.; CAMARGO-BORTOLIN, L. H. G. .; ARANTES, E. M.; MOREIRA, M. A. A. .; CANÇADO, C. J.; LORANDI, R. FRAGILIDADE AMBIENTAL ASSOCIADA AO RISCO POTENCIAL DE EROSÃO DE UMA ÁREA DA REGIÃO GEOECONÔMICA MÉDIO MOGI GUAÇU SUPERIOR (SP). Revista Brasileira de Cartografia, [S. l.], v. 63, n. 4, p. 477–488, 2011. DOI: 10.14393/rbcv63n4-49216. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/49216. Acesso em: 20 abr. 2024.
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