Avaliação da altimetria do MDE COP-30 no Centro-Oeste do Brasil

Conteúdo do artigo principal

Édipo Henrique Cremon
https://orcid.org/0000-0003-3174-7273
Giovana Maranhão Bettiol
https://orcid.org/0000-0003-0619-3061
João Paulo Magna Junior
https://orcid.org/0000-0002-8010-9625
Fabio Campos Macedo
https://orcid.org/0000-0003-3597-0413
Max Well de Oliveira Rabelo
https://orcid.org/0000-0003-1171-9400

Resumo

Este estudo analisa a acurácia posicional vertical dos dados coletados do modelo digital de elevação (MDE) do programa Copernicus DEM, denominado COP-30, baseado no Padrão Brasileiro de Exatidão Cartográfica para Produtos Cartográficos Digitais (PEC-PCD), com as altitudes elipsoidais fornecidas por 317 estações de referência do Sistema Geodésico Brasileiro localizadas no estado de Goiás e Distrito Federal. O PEC-PCD definiu tolerâncias de erro de acordo com oito escalas diferentes (de 1:1000 a 1:250.000) e quatro classes de qualidade (variando de A a D). Com os dados em sistemas de coordenadas compatíveis e considerando o PEC-PCD classe A, o MDE COP-30 atende a escala 1:50.000 e escalas inferiores, enquanto para a classe B, o MDE COP-30 atende a escala 1:25.000 e escalas inferiores. O MDE COP-30 apresentou para o estado de Goiás e Distrito Federal raiz de erro quadrático médio de 1,98 m, indicando apresentar maior acurácia em relação a outros MDEs globais gratuitos.

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Detalhes do artigo

Como Citar
CREMON, Édipo H.; BETTIOL, G. M.; JUNIOR, J. P. M.; MACEDO, F. C.; RABELO , M. W. de O. Avaliação da altimetria do MDE COP-30 no Centro-Oeste do Brasil. Revista Brasileira de Cartografia, [S. l.], v. 74, n. 3, p. 536–546, 2022. DOI: 10.14393/rbcv74n3-60846. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/60846. Acesso em: 15 jul. 2024.
Seção
Artigos Originais
Biografia do Autor

Édipo Henrique Cremon, Instituto Federal de Goiás

Bacharel em Geografia pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Mestre e Doutor em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais-INPE, com período de doutorado sanduíche na University of Exeter (Reino Unido). Recebeu o prêmio Jovem Geomorfólogo (2014) e melhor tese em geomorfologia (2016), conferido pela União da Geomorfologia Brasileira (UGB). Atualmente é Professor Efetivo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás-IFG (Campus Goiânia), lotada na Coordenação de Geomática e ministrando disciplinas para a Eng. Cartográfica e de Agrimensura. Atua em aplicações de sensoriamento remoto, sistemas de informação geográfica e análise digital de terreno para fins de geociências. Orienta no Programa de Mestrado Profissional em Tecnologia de Processos Sustentáveis (IFG).

Giovana Maranhão Bettiol, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Analista de Geoprocessamento na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), atualmente lotada na Embrapa Cerrados (CPAC). É bacharel em Geografia pela Universidade de Brasília - UnB - e especialista em Geoprocessamento pelo Instituto de Geociências da mesma Universidade. Atualmente, é discente de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais da Universidade Federal de Goiás - UFG. Tem experiência em Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto, atuando principalmente nas seguintes áreas: monitoramento e modelagem ambiental, análise da paisagem, zoneamento agrícola de risco climático (ZARC), agricultura de precisão, geoestatística, classificação e análise multitemporal do uso e cobertura da terra por meio de sensoriamento remoto, mapeamentos temáticos, levantamentos em campo por meio de GPS, avaliação da qualidade de dados cartográficos, disponibilização de dados geográficos em ambiente Web (WebGIS) e catalogação de metadados conforme normas e padrões estabelecidos pela Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE) e Comissão Nacional de Cartografia (CONCAR). Como geógrafa, procura estudar o espaço geográfico com foco nas relações homem-natureza: as interações do homem com o meio em que vive e os impactos decorrentes dessa interferência, visando aliar desenvolvimento sustentável à essas relações sob as vertentes ambiental, econômica e sociopolítica.

João Paulo Magna Junior, Instituto Federal de Goiás

Possui graduação em Engenharia Cartográfica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP (2004), mestrado (2007) e doutorado (2012) em Ciências Cartográficas pela UNESP. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Posicionamento Geodésico atuando na realização e conversão de referenciais geodésicos. Atualmente é professor efetivo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás - IFG e líder o Grupo de Estudos em Geomática - GEO.

Fabio Campos Macedo, Instituto Federal de Goiás

Possui Graduação em Engenharia de Agrimensura pela Universidade Federal de Viçosa (1994), Mestrado em Ciências Geodésicas pela Universidade Federal do Paraná (1997) e Doutorado em Geografia pela Universidade Federal de Goiás (2013). Atualmente atua como docente do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG). Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Topografia, Geodésia, Sistema de Informações Geográficas, Cadastro Técnico Fundiário, Modelagem Digital de Terreno e Geoestatística.

Max Well de Oliveira Rabelo , Instituto Federal de Goiás

Possui graduação em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de Goiás (UFG), especialização em Georreferenciamento de Imóveis Rurais pelo Institulo Tecnológico do Centro Oeste (ITCO). É Mestre e Doutor em Agronomia, na área de concentraçao Solo e Água pela UFG. É professor Efetivo no Instituto Federal de Educaçao, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG), na área de Geomática, ministra disciplinas na área de Topografia, Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento. Tem experiência na área de engenharia rural, com ênfase em manejo e conservação de água e solo, recuperação de áreas degradadas, erosão hídrica, estradas vicinais, topografia, geoprocessamento, sensoriamento remoto, georreferenciamento de imoveis rurais, agricultura de precisão, planejamento agrícola e automação de máquinas agrícolas.