ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE MÉTODOS INTERPOLADORES DE MODELOS DE SUPERFÍCIES
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Resumo
O conhecimento da superfície terrestre sempre teve grande importância para a humanidade e sua representação se dá de várias formas. Para isso é necessária uma quantidade mínima de informações amostradas, e então se torna possível criar um modelo que descreva essa superfície. Este trabalho avaliou interpoladores utilizados para representação de relevo, como Inverso Ponderado da Distância, Krigagem, Topo to Raster e Spline, por meio da qualidade posicional altimétrica de cada produto por eles gerado. Assim determinou-se uma escala e resolução espacial para a utilização do ASTER GDEM, baseado no Padrão de Exatidão Cartográï¬ ca (PEC). Tais produtos foram comparados a dados LiDAR, referentes à mesma área de estudo, que possui um vale e duas cadeias de montanha, tendo uma amplitude de altitude de 730 metros, localizada em Santa Bárbara, região metropolitana de Belo Horizonte, MG. A metodologia deste trabalho foi desenvolvida de forma a automatizar o processo de avaliação do PEC altimétrico das interpolações, que tiveram as resoluções espaciais de 3; 7,5; 10; 15; 20; 22,5; 40 e; 80 metros, aplicadas à todos os interpoladores e avaliadas através de duas amostras, contendo 20 e 168 pontos de checagem. Adicionalmente, avaliou-se as resoluções espaciais de 3 e 7,5 metros através de uma amostra contendo 500.000 pontos de checagem. Os resultados obtidos indicam que a utilização do interpolador Topo to Raster, com resolução espacial de 15 metros apresentou melhores resultados e que o número de amostras para a classiï¬ cação dos produtos nem sempre tem um comportamento especíï¬ co. Sua classiï¬cação quanto ao PEC foi Classe C em 1:100.000 e Classe A em 1:250.000. Sendo assim, seu uso é recomendado para uma escala de 1:250.000 para a região estudada.
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Como Citar
GIACOMIN, Giovanni; DE CARVALHO, Matheus Bueno; SANTOS, Afonso de Paula; MEDEIROS, Nilcilene das Graças; FERRAZ, Antônio Santana. ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE MÉTODOS INTERPOLADORES DE MODELOS DE SUPERFÍCIES. Revista Brasileira de Cartografia, [S. l.], v. 66, n. 6, 2014. DOI: 10.14393/rbcv66n6-44716. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/44716. Acesso em: 3 abr. 2025.