ZÊNITE E NADIR
DOI:
https://doi.org/10.14393/AM-v23n1-2026-80877Keywords:
Identidade coletiva., Transitoriedade social., Poética filosófica.Abstract
O texto explora a metáfora de Zênite e Nadir como polos extremos da experiência neurodivergente. O Zoomorfismo representa o Zênite, ápice da consciência, onde a intensidade emocional e o pensamento fora dos padrões se afirmam como potência criadora e selvagem. Em contraste, Zoóide Vida simboliza o Nadir, fundo da realidade social, marcado por grades que denunciam o zoológico social e a resistência dos corpos. Entre esses polos, cada verso funciona como fissura e confronto, revelando que o ser neurodivergente é visível, irredutível e insubmisso.
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