Do povo que falta ou da etnia singular ao corpo comum: por uma cartografia dos corpos e dos agenciamentos de seus movimentos aberrantes na educação
DOI:
https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v39a2025-74940Parole chiave:
Corpo Comum, Educação Inclusiva, Povo que Falta, Singular EtniaAbstract
Este artigo analisa as noções de povo que falta de Gilles Deleuze e de singular etnia de Fernand Deligny, com vistas a explorar suas convergências e divergências para conceber a formação do corpo comum e, especificamente, a discutir seus efeitos sobre a possibilidade de cartografar seus movimentos na educação. Ensaiamos teoricamente com as obras desses intelectuais franceses – e de alguns intérpretes –, para tanto, a fecundidade do corpo comum para se pensar nos movimentos aberrantes emergentes na educação e na possibilidade de outro paradigma de educação inclusiva. Procuramos dessa forma contribuir com a mobilização das referidas noções emergentes do pensamento francês contemporâneo para os impasses atuais da educação e para vislumbrar outro caminho teórico-metodológico para sua reflexão crítica, ao investir outro paradigma para a educação inclusiva.
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Data de registro: 19/08/2024
Data de aceite: 20/08/2025
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