Do povo que falta ou da etnia singular ao corpo comum: por uma cartografia dos corpos e dos agenciamentos de seus movimentos aberrantes na educação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v39a2025-74940

Palavras-chave:

Corpo Comum, Educação Inclusiva, Povo que Falta, Singular Etnia

Resumo

Este artigo analisa as noções de povo que falta de Gilles Deleuze e de singular etnia de Fernand Deligny, com vistas a explorar suas convergências e divergências para conceber a formação do corpo comum e, especificamente, a discutir seus efeitos sobre a possibilidade de cartografar seus movimentos na educação. Ensaiamos teoricamente com as obras desses intelectuais franceses – e de alguns intérpretes –, para tanto, a fecundidade do corpo comum para se pensar nos movimentos aberrantes emergentes na educação e na possibilidade de outro paradigma de educação inclusiva. Procuramos dessa forma contribuir com a mobilização das referidas noções emergentes do pensamento francês contemporâneo para os impasses atuais da educação e para vislumbrar outro caminho teórico-metodológico para sua reflexão crítica, ao investir outro paradigma para a educação inclusiva.

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Data de registro: 19/08/2024

Data de aceite: 20/08/2025

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Publicado

2025-12-29

Edição

Seção

Dossiê: Diferenças, corpos e subjetivações na educação: perspectivando outros paradigmas de inclusão

Como Citar

PAGNI, Pedro Angelo; MACHADO, Carlos Henrique. Do povo que falta ou da etnia singular ao corpo comum: por uma cartografia dos corpos e dos agenciamentos de seus movimentos aberrantes na educação. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 39, p. 1–31, 2025. DOI: 10.14393/REVEDFIL.v39a2025-74940. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/74940. Acesso em: 12 set. 2026.