A encenação da tradução e suas reformulações no discurso do Direito Comparado

Autores

  • Marcia Atalla Pietroluongo Universidade Federal do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.14393/LL63-v32n1a2016-17

Palavras-chave:

Tradução jurídica, Direito Comparado, Autonímia e Modalização autonímica.

Resumo

RESUMO: O presente artigo colocará em evidência o uso da autonímia e da modalização autonímica como dispositivos descritivos-tradutórios relevantes em duas obras de Introdução ao Direito Francês que têm o objetivo comum de introdução, difusão e aprofundamento deste Direito junto a um público de juristas brasileiros. Embora não sejam tradutores profissionais, os juristas comparatistas, no exercício de seu ofício, veem-se diante da necessidade de traduzir para comparar, donde se pode questionar que contribuições o Direito Comparado pode trazer ao campo da Tradução Jurídica, examinando como eles resolvem (ou não) os impasses comparativos e tradutórios com que são confrontados ao estudar e descrever sistemas jurídicos estrangeiros.

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Biografia do Autor

Marcia Atalla Pietroluongo, Universidade Federal do Rio de Janeiro

MÁRCIA ATALLA PIETROLUONGO é formada em Letras - Português/ Francês (USU, 1989), com Mestrado (UFRJ, 1993) e Doutorado (UFRJ, 1997) em Letras Neolatinas - Língua Francesa e Literaturas de Língua Francesa, Pós-Doutorado com pesquisa em Estudos da Tradução na UFSC -PGET (2007), Pós-Doutorado na área de Tradução Jurídica no Programa de Estudos da Linguagem da PUC-Rio (2014).

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Publicado

2016-08-21

Como Citar

PIETROLUONGO, M. A. A encenação da tradução e suas reformulações no discurso do Direito Comparado. Letras & Letras, [S. l.], v. 32, n. 1, p. 338–352, 2016. DOI: 10.14393/LL63-v32n1a2016-17. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/letraseletras/article/view/32737. Acesso em: 29 maio. 2022.