ZÊNITE E NADIR

Autores

  • Marcelo Calderari Miguel Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

DOI:

https://doi.org/10.14393/AM-v23n1-2026-80877

Palavras-chave:

Identidade coletiva., Transitoriedade social., Poética filosófica.

Resumo

O texto explora a metáfora de Zênite e Nadir como polos extremos da experiência neurodivergente. O Zoomorfismo representa o Zênite, ápice da consciência, onde a intensidade emocional e o pensamento fora dos padrões se afirmam como potência criadora e selvagem. Em contraste, Zoóide Vida simboliza o Nadir, fundo da realidade social, marcado por grades que denunciam o zoológico social e a resistência dos corpos. Entre esses polos, cada verso funciona como fissura e confronto, revelando que o ser neurodivergente é visível, irredutível e insubmisso.

Biografia do Autor

  • Marcelo Calderari Miguel, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

    Miguel é bibliotecônomo e arquivologista, mestre em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Atua como Diretor Social de Biblioteca, Arquivo e Museu no Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha (Casa da Memória), onde desenvolve ações voltadas à preservação da memória, à mediação cultural e ao acesso à informação histórica. Acredita que transformar o silêncio do passado em diálogo com o futuro é mais que um ofício — é um compromisso ético com a esperança e a justiça social

Referências

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Publicado

11.03.2026

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