Formar-se-professor-de-matemática: potencialidades do espírito livre

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v39a2025-74967

Palavras-chave:

Cuidado de Si, Educação Matemática, Espírito Livre, Formação de Professores, Linhas de Força

Resumo

A ideia deste texto é discutir o formar-se-professor-de-matemática a partir de conexões com alguns autores da Filosofia da Diferença, tensionando as multiplicidades, linhas de forças que produzem subjetivações no processo de formar-se. Para isso, movimentamos o conceito de espírito livre vislumbrando o exercício do cuidado de si. Para além de problematizarmos os conteúdos matemáticos e técnicas de ensino, questionamos: quais linhas de forças compõem os processos de formação para um formar-se-professor-de-matemática-autônomo? Que potencialidades podem criar um espírito livre em um curso de licenciatura em Matemática? Percorremos uma discussão do conceito de espíritos livres em um exercício de pensar com a multiplicidade de forças que produzem sujeitos autônomos numa formação que se dá a partir do cuidado de si. Essa transvaloração pode se dar a partir de práticas de resistência às normas impostas, micropolíticas-ativas-de-professores, que permitem entradas e saídas entre as linhas molares (re)produzidas pelas instituições.

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Data de registro: 21/08/2024

Data de aceite: 23/04/2025

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Publicado

2025-12-29

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

TÁRTARO, Tássia; TUCHAPESK DA SILVA, Michela. Formar-se-professor-de-matemática: potencialidades do espírito livre. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 39, p. 1–23, 2025. DOI: 10.14393/REVEDFIL.v39a2025-74967. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/74967. Acesso em: 23 ago. 2026.