OLIMPÍADA DE CARTOGRAFIA DE ÂMBITO NACIONAL PARA O ENSINO MÉDIO

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Angelica Carvalho Di Maio
Luis Augusto Koenig Veiga
Juliana Magalhães Menezes
Silvana Philippi Camboim
Marli Cigagna Wiefels
José Maria Pereira da Silva
Maria Cecília Bonato Bradalize
Kellen Milene Gomes e Santos
Juliana Marques de Souza

Resumo

A I Olimpíada Brasileira de Cartograï¬a (OBRAC) teve como principais objetivos estimular a prática das Ciências nas escolas, em especial a Cartograï¬a; prover aos professores conhecimento e ferramentas visando um ensino dinâmico e participativo em áreas que utilizam o conteúdo cartográï¬co; prover a socialização de professores e alunos através de atividades em equipe; e fomentar a formação de recursos humanos para atuação na área de Cartograï¬a e das geotecnologias. A dinâmica de uma olimpíada é um desaï¬o, e desaï¬os são incentivos para melhorar o rendimento escolar de estudantes. A I OBRAC teve abrangência nacional, sendo direcionada a alunos do Ensino Médio de escolas da rede pública e privada e está disponível em: www.olimpiadadecartograï¬a.uff.br. Cada escola participante formou uma equipe com 4 alunos e um professor, o chefe da equipe. A OBRAC foi executada em 4 etapas conforme o regulamento: a 1ª e a 2ª etapas foram realizadas por meio da plataforma de ensino à distância Moodle, onde ocorreu dois tipos de testes: teórico (etapa 1) e prático (etapa 2). A pontuação na etapa 1 consistiu em apurar o número de respostas corretas e o limite de tempo para o teste,estabelecendo uma fase de eliminação.No teste prático, as equipes, classiï¬cadas tiveram duas tarefas: construir um instrumento cartográï¬co (por exemplo, uma nova leitura do teodolito, bússola, pantógrafo, odômetro, astrolábio, nível, etc) com material reciclado, e elaborar um mapa da região da sua escola sobre questões ambientais ou aspectos históricos e culturais.Na 2a etapa foram produzidos vídeos sobre as atividades desenvolvidas e o envolvimento das equipes. A 3a e 4a etapas foram presenciais para as 3 equipes vencedoras (1a e 2a etapas). Estas participaram da etapa ï¬nal no Rio de Janeiro, onde participaram de cursos, visitas técnicas, além de realizar uma prova teórica presencial e uma corrida de orientação. A equipe vencedora da etapa ï¬nal (3a e 4a etapas) foi a campeã da I Olimpíada Brasileira de Cartograï¬a. Algumas análises estatísticas,no âmbito do ensino de Cartograï¬a, puderam ser feitas com base nas provas realizadas pelos alunos participantes.

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Como Citar
DI MAIO, A. C.; VEIGA, L. A. K.; MENEZES, J. M.; CAMBOIM, S. P.; WIEFELS, M. C.; SILVA, J. M. P. da; BRADALIZE, M. C. B.; SANTOS, K. M. G. e; SOUZA, J. M. de. OLIMPÍADA DE CARTOGRAFIA DE ÂMBITO NACIONAL PARA O ENSINO MÉDIO. Revista Brasileira de Cartografia, [S. l.], v. 68, n. 7, 2016. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/44371. Acesso em: 17 ago. 2022.
Seção
Artigos
Biografia do Autor

Angelica Carvalho Di Maio, Universidade Federal Fluminense - UFF

Possui graduação em Engenharia Cartográfica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1989), mestrado em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (1994) e doutorado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2004). Atualmente é professora no Departamento de Análise Geoambiental da Universidade Federal Fluminense. Desenvolve pesquisa e extensão na área de Geociências e Meio ambiente, com ênfase em Cartografia, atuando principalmente nos seguintes temas: sistema de informações geográficas, sensoriamento remoto e cartografia na educação.

Luis Augusto Koenig Veiga, Universidade Federal do Paraná - UFPR

Possui graduação em Engenharia Cartográfica pela Universidade Federal do Paraná (1993), mestrado em Engenharia de Transportes pela Universidade de São Paulo (1996) e doutorado em Engenharia de Transportes pela Universidade de São Paulo (2000). Professor Associado da Universidade Federal do Paraná. Atua na área de Geodésia, com ênfase em automação de levantamentos geodésicos e topográficos, monitoramento de estruturas civis, optimização de levantamentos geodésicos e topográficos e na utilização de sensores MEMS em aplicações geodésicas.

Juliana Magalhães Menezes, Universidade Federal Fluminense - UFF

Graduação em Geografia (Licenciatura e Bacharelado) pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2002). Mestrado (2005) e Doutorado (2009) em Geociências pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pós-doutorado em Geoprocessamento pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (2010). Professora Adjunta III do Departamento de Análise Geoambiental da Universidade Federal Fluminense.Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em recursos hídricos e geotecnologias, atuando principalmente nos seguintes temas: indicadores ambientais, qualidade da água, cartografia, sistema de informações geográficas, sensoriamento remoto e geotecnologias na educação.

Silvana Philippi Camboim, Universidade Federal do Paraná - UFPR

Possui graduação em Engenharia Cartográfica pela Universidade Federal do Paraná (1999), mestrado em Gestão Ambiental pela Universidade de Nottingham, Reino Unido (2003) e doutorado em Ciências Geodésicas pela Universidade Federal do Paraná (2012). Atualmente é professora da Universidade Federal do Paraná. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Sistemas de Informação Geográfica e Infraestrutura de Dados Espaciais

Marli Cigagna Wiefels, Universidade Federal Fluminense - UFF

possui graduação em Geografia pela Universidade Federal Fluminense (1977), mestrado em Amémagement Du Territoire - Universite de Paris III (Sorbonne-Nouvelle) (1994) e doutorado em Geografia de l Amenagement - Universite de Paris III (Sorbonne-Nouvelle) (2001). Professora adjunto da Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de Geografia com ênfase em Geografia Urbana, atuando principalmente nos seguintes temas: Cartografia Basica, Cartografia Temática e Cartografia Escolar

José Maria Pereira da Silva, Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ

Possui graduação em Licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1976), Mestre em Educação Física pela UFRJ (2015). Atualmente é professor adjunto da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Maria Cecília Bonato Bradalize, Universidade Federal do Paraná - UFPR

Possui graduação em Engenharia Cartográfica pela Universidade Federal do Paraná (1984), mestrado em Educação: Pedagogia Universitária, pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (1997) e doutorado em Engenharia Civil: Cadastro Técnico Multifinalitário e Gestão Territorial, pela Universidade Federal de Santa Catarina (2004). Atualmente é Professor Adjunto Nível III da Universidade Federal do Paraná (UFPR), lotada no Departamento de Geomática, onde ministra aulas para os cursos de Engenharia Cartográfica, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo; é também Professor Colaborador do Programa de Pós-Graduação em Ciências Geodésicas (UFPR).

Kellen Milene Gomes e Santos, Universidade Federal Fluminense - UFF

Graduanda em Geografia pela Universidade Federal Fluminense, bolsista do Grupo de Pesquisa Geoinformação em Projetos Educativos (Profa. Angelica Di Maio)

Juliana Marques de Souza, Universidade Federal Fluminense - UFF

Licenciada em Geografia pela Universidade Federal Fluminense, Participante do Grupo de Pesquisa Geoinformação em Projetos Educativos (Profa. Angelica Di Maio).

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