A ética do silêncio, a vagareza e o tempo para pensar nas aulas de Ciências

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v39a2025-76660

Palavras-chave:

Contemporaneidade, Silêncio, Vagareza, Vírus

Resumo

Este artigo resulta de um projeto de tese de doutorado que busca compreender a potência do silêncio e da vagareza em uma turma de sexto ano do ensino fundamental, durante as aulas de Ciências. Entre as análises realizadas, destaca-se a combinação da ética do silêncio com a vagareza nos processos de aprendizagem. O artigo explora como essas dinâmicas se manifestam nas aulas de Ciências, através das fissuras que surgem nos fluxos acelerados e ruidosos da contemporaneidade. Esses momentos agem como um “vírus” nos fluxos, interrompendo as formas de existência que privilegiam respostas rápidas e atalhos no pensamento. O que emerge é um silêncio motivado pelo interesse dos alunos, que abre espaço para a vagareza necessária ao pensamento e desacelera os ritmos frenéticos da vida moderna. O estudo se fundamenta nas teorias de Deleuze (1997), Foucault (2010) e Suely Rolnik (2008), e utiliza a cartografia como metodologia para orientar suas análises.

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Data de registro: 15/01/2025

Data de aceite: 24/09/2025

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Publicado

2026-01-22

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

ALMINHANA PANNI, Mari Teresinha; GLAVAM DUARTE, Claudia. A ética do silêncio, a vagareza e o tempo para pensar nas aulas de Ciências. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 39, p. 1–25, 2026. DOI: 10.14393/REVEDFIL.v39a2025-76660. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/76660. Acesso em: 22 ago. 2026.