Educação estética na perspectiva antropotécnica

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v39a2025-75451

Palavras-chave:

Antropotécnica, Educação Estética, Estética Funcional, Governamentalidade

Resumo

Respondemos à questão estético-política da economia neoliberal dos gestos como sintomatologia do contemporâneo, a partir do esclarecimento, da interpretação, do relacionamento e da problematização das noções de modos estéticos (Roelofs) e de estéticas funcionais (Leroi-Gourhan). Isso nos leva a conjecturar sobre formas mais afirmativas de pensar e de encontrar saídas críticas para o atual estado de programatização e governamentalidade das vidas, considerando, sobretudo, dois pontos de discussão: os desafios da educação estética em prol de estéticas funcionais em ambientes tecnodiversos (Yuk Hui); e a exigência de novos paradigmas para pensar o habitar social e o cuidado de si em termos de organologias positivas entre individuações diversas, diante dos avanços das maquinações cibernéticas (Simondon; Stiegler). O texto ensaístico apresenta, enfim, contribuições reflexivas (teórico-filosóficas e conceituais), mobilizando referências clássicas e contemporâneas para repensar, na perspectiva antropotécnica, os problemas atuais do campo acadêmico da educação estética.

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Data de registro: 24/09/2024

Data de aceite: 24/09/2025

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Publicado

2025-12-29

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

GENARO, Ednei. Educação estética na perspectiva antropotécnica. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 39, p. 1–19, 2025. DOI: 10.14393/REVEDFIL.v39a2025-75451. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/75451. Acesso em: 24 ago. 2026.