Primeiras notas à prefixação no português brasileiro colonial dos séculos XVI e XVII
DOI:
https://doi.org/10.14393/DLv20a2026-25Palavras-chave:
Morfologia histórica, Prefixação, Português Brasileiro ColonialResumo
No domínio da morfologia histórica portuguesa, são escassos os trabalhos que incidem sobre os formativos prefixais, sendo bem mais numerosos aqueles voltados à sufixação. O estudo cuja síntese ora se apresenta, na esteira dos já realizados sobre a prefixação no português arcaico (LOPES, 2021a, 2018, 2013), tem como foco tal processo morfolexical no português do Brasil Colônia (Cardoso, Andrade; Carneiro, 2023), recobrindo o arco temporal que vai do século XVI às duas primeiras décadas do século XIX. A investigação insere-se em um projeto coletivo de maior envergadura, voltado à constituição histórica do português brasileiro colonial (PBC), em desenvolvimento pela equipe de um dos mais destacados grupos de pesquisa em Linguística Histórica no âmbito da lusofonia, o Programa para a História da Língua Portuguesa (PROHPOR). Como recorte específico para este artigo, discorrer-se-á sobre as formações prefixais geradas nos séculos XVI e XVII. Tendo como base empírica uma amostra inicial e representativa de dados, extraídos de catorze manuscritos — filologicamente editados — do período, apoiando-se nos princípios da morfologia descritiva (Rio-Torto et al., 2016; Real Academia Española; Asociación de Academias de la Lengua Española, 2009; Mattos e Silva, 2008; Bosque; Demonte, 1999) e da morfologia histórica (Rio-Torto, 1998; Viaro, 2009, 2010, 2014; Martín García; Varela, 2012; Lopes, 2021b), almeja-se oferecer uma descrição do funcionamento da prefixação na geração de vocábulos na língua portuguesa dos dois séculos considerados, com o delineamento de uma caracterização semântico-morfolexical-funcional desse mecanismo lexicogênico, de seus formativos e das unidades lexicais resultantes.
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