A estrutura silábica em esperanto

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/DL22-v10n2a2016-5

Palavras-chave:

Fonologia, Sílaba, Esperanto

Resumo

Este artigo tem como objetivo comentar a bibliografia disponível sobre a estrutura das sílabas em esperanto, baseada em conceitos da teoria fonológica sobre as possíveis estruturações silábicas existentes nas mais variadas línguas. Primeiramente veremos o que pode-se dizer sobre a sílaba, sua estruturação e seus constituintes, para após verificar o que já foi escrito em esperanto e sobre o esperanto em relação ao assunto. Por fim, formulamos regras estruturais de acordo com a discussão feita ao longo do trabalho. Há poucos estudos relacionados a essa temática sobre o esperanto. Nossas principais fontes são artigos de Oostendorp (1999) e Bavant (2006), que fez uma compilação de vários livros que citam a noção de "sílaba" e tentam defini-la, além de ter analisado, por meio de um programa computacional, todas as palavras (mais de 47 mil) que compõem o PIVPlena Ilustrita Vortaro (Dicionário Completo ilustrado), para achar os constituintes possíveis da sílaba e suas frequências na língua.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

BAVANT, M. Silabo kaj Silabado. Disponível em: <http://lingvakritiko.com/2006/12/20/silabo-kaj-silabado/>. Acesso em: 20 nov. 2014.

______. Perkomputila silaba analizo de la vortprovizo de PIV 2002. Disponível em: <http://perso.orange.fr/kursoj/studoj/silab.htm>. Acesso em: 10 dez. 2014.

BLEVINS, J. The syllable in Phonological Theory. In: Goldsmith, John A. The Handbook of Phonological Theory. Blackwell Publishers, 1995.

ECO, U. A procura da língua perfeita. Lisboa: Editorial Presença, 1996.

FRAWLEY, W J. (ed.). Artificial Languages. Internacional encyclopedia of linguistics. Oxford: Oxford University Press, 2003.

KALOCSAY, K; WARINGHIEN, G. Plena Analiza Gramatiko. 5-a korektita eldono. Rotterdam, 1985. 598 p.

OOSTENDORP, M van. Syllable structure in Esperanto as an instantiation of universal phonology . Esperantologio – Esperanto Studies, n. 1, 1999, pp. 59-80. Disponível em: <http://www2.math.uu.se/esperanto/oostendorp.pdf>. Acesso em: 11 mar. 2014.

SEPPIK, H. La tuta Esperanto. 4-a eldono. HEA, Budapest, 1987. 181 p. Disponível em: http://www.esperanto.mv.ru/Seppik/lec01.html. Acesso em: 17 jan. 2015.

WENNERGREN, B. Plena Manlibro de Esperanta Gramatiko. Sacramento/California: ELNA, 2005.

WÜSTER, E. Die Silbentrennung der Wörter und lie Aussprache des Selbstlaute im Esperanto. Germana Esperantisto, junio 1923, 3p.

ZAMENHOF, L. Fundamento de esperanto. 1905. Disponível em: http://i-espero.info/files/elibroj/eo%20-%20fundamento%20de%20esperanto.pdf. Acesso em: 22 jan. 2014.

ZEC, D. The syllable. In: LACY, Paul de. The Cambridge Handbook of Phonology. Cambridge: Cambridge University Press, 2007.

Downloads

Publicado

27-06-2016

Como Citar

OLIVEIRA, K. G. de S. de. A estrutura silábica em esperanto. Domínios de Lingu@gem, [S. l.], v. 10, n. 2, p. 519–533, 2016. DOI: 10.14393/DL22-v10n2a2016-5. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/dominiosdelinguagem/article/view/31839. Acesso em: 27 maio. 2022.