Corporeidade humana: uma problematização a partir da teoria social marxiana-lukacsiana

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DOI :

https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v39a2025-77475

Mots-clés :

Corporalidade, Corporeidade, Educação Física, Ontologia, Ser Social

Résumé

O presente trabalho reflete sobre a corporeidade humana a partir da obra marxiana e lukacsiana. Problematiza a tradução do termo para corporeidade ou corporalidade. Fundamentado no estudo teórico-bibliográfico doutoral (Sousa, 2020) e, posteriormente, desenvolvido na pesquisa que investiga o estatuto ontológico no debate contemporâneo na Educação Física brasileira sobre o corpo, o estudo avança na leitura de O Capital (2018) e de Para uma Ontologia do Ser Social (2012, 2013), cotejando as edições brasileiras com as obras na língua original para a análise da palavra e conceito de corporeidade. Conclui-se que a tradução para corporeidade é assumida na mais recente edição brasileira da obra marxiana e lukacsiana para manter a coerência com o sentido original do termo na língua alemã. Por fim, no trato recebido por esses autores, torna-se possível afirmar que a corporeidade, para além de ser um conceito, é uma categoria, uma forma de ser e determinar a existência.

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Data de registro: 20/03/2025

Data de aceite: 29/10/2025

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Publié

2026-01-23

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FARIAS DE SOUSA, Marcel. Corporeidade humana: uma problematização a partir da teoria social marxiana-lukacsiana. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 39, p. 1–50, 2026. DOI: 10.14393/REVEDFIL.v39a2025-77475. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/77475. Acesso em: 17 sept. 2026.