En el Altar de la Bruja: Cartografías Hechiceras en una Investigación Educativa
DOI:
https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v39a2025-78664Palabras clave:
Cartografía, Cine y Educación, Filosofía de la Diferencia, Metodología, GéneroResumen
Hierbas, inciensos, la presencia inmanente de la vida, la producción de lo nuevo a partir de lo múltiple... Hago estas evocaciones para señalar los caminos investigativos trazados en una investigación que une la magia del cine con la educación. Este texto se adentra teóricamente en la llamada metodología cartográfica a través de una revisión bibliográfica. De inspiración deleuze-guattariana, la cartografía me ayudó a pensar en la potencia del encuentro entre las imágenes del cine y las imágenes de los currículos de/en la cultura. Como una metodología hechicera que se orienta hacia los elementos más dispares e intensivos para producir algo nuevo, sirvió como materia fecunda de creación para esta investigación en educación. Concluyo que el cine es un arte que trabaja sobre una multiplicidad de artificios – sonido, montaje, actuación, fotografía, dirección – y que la cartografía es un modo interesante de mirar y producir en el campo, al acompañar las líneas de formación de subjetividades y los devenires sensibles entre el cuerpo del/la investigador/a y las películas en pantalla.
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Data de registro: 25/06/2025
Data de aceite: 29/10/2025
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