El joaquinismo de Agostinho da Silva
DOI:
https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v39a2025-70537Palabras clave:
Agostinho da Silva, Joaquín de Fiore, Joaquinismo, Espirito Santo, UtopíaResumen
Resumen: Son tres los signos de la recepción de la obra de Joaquín de Fiore (1135-1205) por Agostinho da Silva (1906-1994). Primero es el uso de la teoría de los tres estados (status) del mundo en la división de la historia y en el trazado del horizonte utópico de la llamada Edad del Espirito Santo. El segundo es la reanudación de la noción de tercero estado espiritual, como Edad del Espíritu, y la consecuente aplicación tanto en la vinculación del joaquinismo con el franciscanismo y la cultura luso-brasileira, como para acomodar en un mismo esquema la vertiente profético-utópica del sebastianismo y del quinto-imperialismo (Bandarra, Antonio Vieira e Fernando Pessoa). Es el tercero la peculiar comprensión de la Fiesta del Imperio del Espíritu Santo desde la suposición de que es ella la celebración de la Edad del Espirito joaquinita. Nuestra hipótesis principal es que Agostinho da Silva, a pesar de apropiarse de la teoría de los tres estados, y de proyectar la espera de la Edad del Espirito según la herencia joaquinita, articula tales categorías dentro de un nuevo marco teórico en el que se transforma cierto pasado medieval portugués en utopía.
Palabras claves: Agostinho da Silva; Joaquín de Fiore; Joaquinismo; Espirito Santo; Utopía.
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Referencias
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