A liberdade como categoria filosófica no materialismo histórico-dialético: considerações desde a perspectiva ontológico-genética

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v39a2025-76838

Palavras-chave:

Humanização, Liberdade, Marxismo, Necessidade, Trabalho

Resumo

Este artigo tem o objetivo de analisar a liberdade como categoria filosófica no materialismo histórico-dialético. Parte-se do pressuposto de que a liberdade materialista se contrapõe à liberdade abstrata, tributária da concepção de mundo liberal. No primeiro momento, o artigo discute o papel da liberdade no materialismo histórico-dialético e destaca as principais controvérsias que envolvem essa categoria; também evidencia a imprescindibilidade das obras Manuscritos Econômico-Filosóficos e Para uma Ontologia do Ser Social para estudo da liberdade desde a perspectiva ontológico-genética. No segundo momento, investiga e expõe a categoria liberdade desde a ontologia materialista. Assim, ressalta-se a relação da liberdade materialista com o trabalho, especialmente entendido como atividade produtora de valor de uso. Com efeito, analisa a imanência da liberdade com a necessidade e frisa sua relação com o desenvolvimento do gênero humano. Conclui-se pela necessidade de se compreender a categoria liberdade sob as implicações da sociedade de classes, isto é, sob as determinações do trabalho como atividade produtora de valor de troca.

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Data de registro: 27/01/2025

Data de aceite: 24/09/2025

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Publicado

2026-01-22

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

MACHADO, Robson. A liberdade como categoria filosófica no materialismo histórico-dialético: considerações desde a perspectiva ontológico-genética. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 39, p. 1–32, 2026. DOI: 10.14393/REVEDFIL.v39a2025-76838. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/76838. Acesso em: 12 set. 2026.