Composição e Derivação: polos prototípicos de um continuum? Pequeno estudo de casos

Autores

  • Carlos Alexandre Victorio Gonçalves UFRJ

Palavras-chave:

Morfologia, Léxico, Composição

Resumo

Constitui objetivo deste trabalho repensar as diferenças entre composição e derivação, de modo a fornecer evidências do português brasileiro em favor da proposta de Kastovsky (2009). Para o autor, esses processos de formação de palavras constituem os extremos prototípicos de um continuum, havendo, em decorrência, casos limítrofes com propriedades duas operações morfológicas. A mudança de estatuto morfológico também é avaliada no artigo, pois Bauer (2005) a considera uma das principais evidências da flexibilização das fronteiras entre composição e derivação.

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Biografia do Autor

Carlos Alexandre Victorio Gonçalves, UFRJ

Professor Associado II da Universidade Federal do Rio de Janeiro / Pesquisador do CNPq

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Publicado

21-11-2011

Como Citar

GONÇALVES, C. A. V. Composição e Derivação: polos prototípicos de um continuum? Pequeno estudo de casos. Domínios de Lingu@gem, [S. l.], v. 5, n. 2, p. 60–90, 2011. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/dominiosdelinguagem/article/view/13644. Acesso em: 24 maio. 2022.

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