El acto de filosofar como resistencia emancipadora: aproximaciones al pensamiento de Paulo Freire y Matthew Lipman

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v39a2025-79413

Palabras clave:

Paulo Freire, Matthew Lipman, Acto de Filosofar, Educación, Filosofía para Niños

Resumen

Este artículo propone una aproximación entre los pensamientos de Paulo Freire y Matthew Lipman, con el objetivo de reflexionar sobre el acto de filosofar como una práctica de resistencia emancipadora en el contexto educativo. En un escenario marcado por políticas que silencian el pensamiento crítico, como la reforma del Nuevo Bachillerato en Brasil, defender el filosofar como derecho se convierte en una postura ética y política. La investigación, de carácter teórico y bibliográfico, busca evidenciar los puntos de convergencia entre Freire y Lipman en torno a conceptos como diálogo, pregunta, autonomía, educación y el rol del docente. Ambos defienden una educación centrada en la escucha, en la problematización del mundo y en la construcción emancipadora del conocimiento, reconociendo a los niños como sujetos activos y capaces de pensar filosóficamente. Así, el texto sostiene que filosofar, al provocar preguntas y estimular la curiosidad, fortalece la criticidad y contribuye a una formación que libera y emancipa. En tiempos de reconstrucción curricular, pensar la Filosofía como experiencia viva y necesaria desde los primeros años escolares también es una forma de resistir a las formas de enseñanza que desvalorizan el pensamiento y la libertad.

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Data de registro: 20/08/2025

Data de aceite: 29/10/2025

Publicado

2026-01-29

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

UENO FERNANDES, Yasmin; MARIA PADILHA HENNING, Leoni. El acto de filosofar como resistencia emancipadora: aproximaciones al pensamiento de Paulo Freire y Matthew Lipman. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 39, p. 1–33, 2026. DOI: 10.14393/REVEDFIL.v39a2025-79413. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/79413. Acesso em: 12 sep. 2026.