A escola pública, sempre, sempre... e a amizade que nos une!

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v39a2025-81809

Palavras-chave:

Sandra Cristina, Obituário, Homenagem, Memorial

Resumo

[...] a memória é um processo individual, que ocorre em um meio social dinâmico, valendo-se de instrumentos socialmente criados e compartilhados. Em vista disso, as recordações podem ser semelhantes, contraditórias ou sobrepostas. Porém, em hipótese alguma, as lembranças de duas pessoas são – assim como as impressões digitais, ou, a bem da verdade, como as vozes – exatamente iguais (Portelli, 1997, p. 17).

 

A epígrafe em tela é emblemática da complexidade que envolve a realização de um ato memorialístico para homenagear a uma amiga que nos deixou inesperadamente! Memórias são incompletas e complexas, resultam de experiências distintas, mesmo quando os acontecimentos lembrados aparentemente são os mesmos; são constituídas de afetos que se formam nos hiatos entre o processo existencial vivenciado e o envolvimento humano com a vida e a morte.

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Referências

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Publicado

2026-04-06

Edição

Seção

Obituário

Como Citar

BERNARDES, Elizabeth Lannes; SILVA, Maria Vieira; CUNHA, Myrtes Dias; PITILLO, Silvana de Assis. A escola pública, sempre, sempre... e a amizade que nos une!. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 39, p. 1–17, 2026. DOI: 10.14393/REVEDFIL.v39a2025-81809. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/81809. Acesso em: 7 abr. 2026.