La “Mujer Negra” se enfrenta al “Mito Fundador”: herejías ensayísticas en Lélia González y Marilena Chaui

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v38a2024-68673

Palabras clave:

Lélia Gonzalez, Feminismo, Ensayo, Lenguaje, Teoría Crítica

Resumen

En este artículo, discutimos las contribuciones del género ensayo al pensamiento crítico feminista, identificadas en los procedimientos formales del lenguaje en los textos de Lélia Gonzalez y Marilena Chaui sobre la sociedad brasileña. Nos preguntamos cómo las características del ensayo potencian la crítica al sexismo, racismo y autoritarismo en las concepciones de la “Mujer Negra”, en González, en un enfrentamiento imaginario con el “Mito Fundador”, en Chaui. Nuestro objetivo es ubicar en la escritura de las autoras los dispositivos característicos del ensayo, movilizados para estimular reflexiones críticas en las lectoras. En medio del choque de la “Mujer Negra” con el “Mito Fundador”, apostamos por los significados erráticos del ensayo frente al discurso dogmático que violenta el cuerpo negro femenino.

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Data de registro: 14/03/2023

Data de aceite: 10/07/2023

Publicado

2024-07-19

Número

Sección

Artigos

Cómo citar

PIRES, Maria Raquel Gomes Maia. La “Mujer Negra” se enfrenta al “Mito Fundador”: herejías ensayísticas en Lélia González y Marilena Chaui. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 38, p. 1–30, 2024. DOI: 10.14393/REVEDFIL.v38a2024-68673. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/68673. Acesso em: 23 oct. 2026.