Decolonialidade como dádiva: o mito do pretérito mais que perfeito

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DOI:

https://doi.org/10.14393/REVEDFIL.v38a2024-66188

Palavras-chave:

Decolonialidade, Dialética Marxiana, Teoria da História

Resumo

Objetiva-se analisar e cotejar a teoria da decolonialidade, a partir das elaborações teóricas heterogêneas de dois de seus principais representantes na América Latina: Enrique Dussel (1934-2023) e Anibal Quijano (1928-2018). Tais elaborações teóricas apresentam-se sob a forma e conteúdo de duas chaves de leitura: o conceito de transmodernidade de Dussel e o de matriz colonial de poder de Quijano; a partir das quais desenvolveram críticas à modernidade e à razão, com o propósito de forjar um novo tipo de conhecimento, capaz de representar a identidade, autonomia e unidade latino-americana. A partir da leitura imanente das obras, apresentar-se-á os limites e possibilidades que emergem da crítica decolonial. Trata-se da adoção de um procedimento metodológico complexo que poderia ser sintetizado na forma e no conteúdo do conceito de aufhebung (suprassunção), a partir do qual se institui a unidade de contrários como técnica e método de investigação e exposição dos processos históricos e entendimento do movimento e dinâmica do objeto.

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Data de registro: 07/07/2022

Data de aceite: 24/01/2024

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Publicado

2024-07-19

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

SILVA, Marcelo Lira. Decolonialidade como dádiva: o mito do pretérito mais que perfeito. Educação e Filosofia, Uberlândia, v. 38, p. 1–49, 2024. DOI: 10.14393/REVEDFIL.v38a2024-66188. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/EducacaoFilosofia/article/view/66188. Acesso em: 28 set. 2026.