Representação gramatical das classes nominais em gramáticas missionárias brasileiras (Séc. XVI e XVII)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/LL63-v42-2026-13

Palavras-chave:

Gramaticografia Jesuítica, Classes nominais, Tupinamb´á, Kiriri, Kimbundu

Resumo

Desde que “a língua mais falada na costa do Brasil” foi descrita pela primeira vez por José de Anchieta (1534-1597) no século XVI, pesquisadores das línguas Tupi tiveram que assumir, não sem grandes discordâncias, uma posição teórica diante das dificuldades em que a descrição das categorias lexicais dessas línguas os colocava, especialmente no que diz respeito ao nome e ao verbo. De fato, mais de um estudioso das gerações subsequentes interpretou as descrições feitas pelos missionários como uma imposição latinizante sobre a língua descrita. O presente estudo não somente revisita este antigo problema, como também examina em que medida as ‘novas’ formas e funções linguísticas levaram os missionários a modificar seus modelos de referência. Para alcançar tal objetivo, expandimos estudos anteriores sobre a tradição Tupinambá (Altman, 2007; 2012a), comparando-a às soluções propostas pelos primeiros gramáticos da língua de Angola (Dias, 1697) e da língua Kiriri (Mamiani, 1699), ambas faladas no Brasil colonial durante o século XVII. Concluímos que os missionários não simplificaram ou modificaram as línguas descritas e que o conhecimento gramatical adquirido através da descrição dessas línguas, então consideradas exóticas, era conceptualmente inovador, ainda que terminologicamente conservador.

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Biografia do Autor

  • Augusto Vicente , Mestrando na Universidade de São Paulo - Centro de Documentação em Historiografia Linguística

    Possui graduação em Letras - Linguística pela Universidade de São Paulo (2023). Mestrando em Linguística pelo Departamento de Linguística da Universidade de São Paulo (USP) com Bolsa CAPES. Tem interesse nas áreas de historiografia linguística, epistemologia linguística, filosofia da linguagem, filosofia da linguística e educação.

  • Cristina Altman

    Professor Titular do Departamento de Lingüística da Universidade de São Paulo, onde atua desde 1983. Possui graduação em Letras pela Universidade de São Paulo (1977), mestrado em Lingüística pela Universidade de São Paulo (1986) e doutorado em Lingüística pelas Universidades Católica de Louvain (Leuven, Bélgica) e de São Paulo (1993). Realizou estágios pós-doutorais na Universidade de Harvard e no M.I.T. (1999); na Universidade de Amsterdam (2006); no Instituto Iberoamericano de Berlin em duas ocasiões (2009 e 2014) e na Tokyo University of Foreign Studies (2010). Especializou-se em Historiografia Linguística e é responsável pela institucionalização da disciplina no Brasil como campo de estudo e de pesquisa acadêmica. Desde 2017 é Professor Sênior do Programa de Pós-Graduação em Semiótica e Linguística Geral (USP) e vice-coordenadora do Centro de Documentação em Historiografia Linguística (CEDOCH/ DL-USP), que fundou em 1993. Fundou o GT de Historiografia da Linguística Brasileira na ANPOLL, em 1994 e o Projeto de Historiografia da Linguística Sul-Americana da ALFAL, em 2001. Participa ativamente do desenvolvimento de pesquisas na área, tanto no que diz respeito à formação de pesquisadores, quanto no que diz respeito à promoção de encontros e publicações especializadas. E membro de comitês editoriais nacionais e internacionais, assim como das várias sociedades científicas que têm na Historiografia Linguística sua especialidade, incluindo o Comitê Internacional do Cercle Ferdinand de Saussure, em Genebra. Tem experiência na área de Lingüística, com ênfase em Pragmática, e trabalha principalmente em torno dos seguintes temas: historiografia lingüística, filosofia da linguística, lingüística brasileira, gramáticas coloniais sul-americanas, estruturalismo lingüístico.

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Publicado

30-03-2026

Como Citar

Representação gramatical das classes nominais em gramáticas missionárias brasileiras (Séc. XVI e XVII). Letras & Letras, Uberlândia, v. 42, n. único, p. e04213 | | p. 01–26, 2026. DOI: 10.14393/LL63-v42-2026-13. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/letraseletras/article/view/78165. Acesso em: 31 mar. 2026.

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