Entre respostas prontas e sujeitos produtivos: discursos sobre autoria, docência e ética produzidos pela Inteligência Artificial Copilot
DOI:
https://doi.org/10.14393/OT2026v28.n.2.79272Palavras-chave:
Inteligência Artificial. Copilot. Discursos. Educação.Resumo
No cenário atual, tanto na esfera educacional quanto em contextos mais amplos, presenciamos um conjunto de transformações tecnológicas, as quais têm impactado os processos de ensino-aprendizagem em diversos domínios do conhecimento. Este estudo objetiva problematizar, em perspectiva mais crítica e análise contextual, discursos sobre docência, autoria e ética produzidos pela ferramenta de inteligência artificial (IA) Copilot. Para tanto, fazemos uso de pressupostos teórico-metodológicos sob a perspectiva pós-estruturalista, valendo-nos da análise discursiva foucaultiana. As categorias analíticas estão estruturadas em três eixos, abarcando discursos do eu, discursos do ser/fazer docente e discursos de autoria e ética. Os resultados indicam que as respostas prontas da IA levariam a uma acomodação do pensamento. Além disso, convergem para a satisfação dos desejos e a otimização dos resultados como sinônimos de eficácia.
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