VASCULARIZAÇÃO ARTERIAL, FORMA, TOPOGRAFIA E MORFOMETRIA DA GLÂNDULA TIREÓIDE EM FETOS DE BOVINOS COM SANGUE EUROPEU

Autores

  • André Luiz Quagliatto Santos UFU - FAMEV
  • Antônio Maximiano Neto Faculdade Latino Americana
  • Léa Resende Moura Faculdade Latino Americana
  • Heloísa Castro Pereira FAMEV - UFU
  • Luiz Martins da Silva Júnior UFU - FAMEV

Palavras-chave:

anatomia, glândula tireóide, artérias, bovinos

Resumo

Utilizou-se 30 fetos de bovinos Bos taurus taurus, 15 machos e 15 fêmeas, provenientes do Frigorífico Novilho do Valle, em Jaboticabal - SP. Canalizouse a aorta descendente torácica, injetou-se solução de neoprene látex corada e fixou-se com formol a 10%. Como média de comprimento e largura, para o lobo direito 15,45 mm e 15,16 mm, para o lobo esquerdo 18,61 mm e 16,14 mm e para o istmo 11,52 mm e 5,91 mm. O lobo direito encontra-se em nível do 2º anel traqueal (80,00%), 3º (10,00%), 4º (6,67%), 6º (3,33%), o lobo esquerdo encontrase em nível do 2º anel traqueal (66,67%), 3º (20,00%), 4º (3,33%), 5º (10,00%). O lobo direito recebe as artérias tireóideas cranial e caudal em 73,34% dos casos e somente a artéria tireóidea cranial em 26,66%. O lobo esquerdo recebe as artérias tireóideas cranial e caudal em 60,00% dos casos e somente a artéria tireóide cranial em 40,00%. A artéria tireóidea cranial direita emite ramos que variam entre 1 e 12 ramos, com maior freqüência de 3 em 30,00% das amostras. Para a artéria tireóidea cranial esquerda este número varia entre 2 e 9 ramos, com maior freqüência de 3 em 36,67% dos casos. Ainda, a artéria tireóidea cranial pode ser dupla em 3,33% das peças, tanto para o antímero direito quanto para o esquerdo, porém em peças diferentes. A artéria tireóidea caudal direita emite vasos que variam de 2 a 5 ramos, com maior freqüência de 2 em 30,00% das amostras. Para a esquerda este número varia de 2 a 6 ramos, com maior freqüência de 2 em 23,34% dos casos. A artéria tireóidea caudal direita pode ser dupla em 6,66% das peças, e a esquerda em 3,33%. A forma da glândula tireóide varia de ovalada a triangular, com 90,00% dos casos, em ambos os antímeros, para a primeira.

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Publicado

2008-10-14

Como Citar

Quagliatto Santos, A. L., Maximiano Neto, A., Resende Moura, L., Castro Pereira, H., & Martins da Silva Júnior, L. (2008). VASCULARIZAÇÃO ARTERIAL, FORMA, TOPOGRAFIA E MORFOMETRIA DA GLÂNDULA TIREÓIDE EM FETOS DE BOVINOS COM SANGUE EUROPEU. Veterinária Notícias - Vet Not, 14(1). Recuperado de https://seer.ufu.br/index.php/vetnot/article/view/18883

Edição

Seção

Artigos