Falamos a mesma língua: Uma conversa entre Nikoleta Kerinska e Kapka Kassabova
Capa com imagem de autoria de Nikoleta Kerinska, mostra fragmento de elemento vegetal sobre torax humano
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Palavras-chave

Kapka Kassabova
Natureza
Literatura

Como Citar

KASSABOVA, Kapka; KERISNKA, Nikoleta. Falamos a mesma língua: Uma conversa entre Nikoleta Kerinska e Kapka Kassabova. Revista Estado da Arte, Uberlândia, Brasil, v. 6, n. 2, 2025. DOI: 10.14393/EdA-v6-n2-2025-80933. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistaestadodaarte/article/view/80933. Acesso em: 25 ago. 2026.
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Resumo

Há alguns anos, enquanto passeava pelo Quartier Latin e olhava as vitrines das livrarias, meu olhar foi atraído por uma capa: um desenho de traços expressivos retratava colinas cobertas de ervas selvagens, com uma bétula em primeiro plano, depois uma aldeia aninhada nas montanhas e o horizonte – uma curva irregular cortando o céu azul claro, sobre o qual li Eliksir. Tudo isso me pareceu conhecido, quase íntimo, e essa sensação foi confirmada quando percebi o nome da autora: Kapka Kassabova. Eu não a conhecia, mas tinha certeza – ela era búlgara. Por alguns instantes, deixei meu olhar vagar novamente pela capa do livro, depois entrei e o comprei. Esse foi meu primeiro contato com a literatura de Kapka Kassabova. Desde as primeiras páginas, mergulhei num mundo mágico onde natureza, animais e humanos coexistem como órgãos de um mesmo corpo, como elementos de um único organismo. Eliksir é uma cura poética, um sonho e uma revelação, uma jornada da qual saímos transformados e renovados, inspirados a buscar a verdadeira felicidade. Essa jornada me levou à publicação deste volume da revista Estado da arte e ao diálogo que se segue.

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