Paisagens como instalações: um diálogo com os espaços contemporâneos

Versiones

PDF (Portugués)

Palabras clave

Paisagem
instalação
natureza
espaços expositivos

Cómo citar

CUNHA, Lucas; D'ANGELO, Biagio. Paisagens como instalações: um diálogo com os espaços contemporâneos. Revista Estado da Arte, Uberlândia, Brasil, v. 2, n. 2, p. 481–497, 2021. DOI: 10.14393/EdA-v2-n2-2021-59888. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistaestadodaarte/article/view/59888. Acesso em: 4 aug. 2026.
Share |

Resumen

A natureza sempre foi objeto de apreciação das paisagens, historicamente concebidas em pinturas que guardam em si grande potencialidade retórica. Contudo, na contemporaneidade, as instalações – reconhecidas como elementos do campo escultórico – mudam a relação entre observador e imagem e agregam à paisagem natural uma nova dimensão, que é adicionalmente mediada pelos espaços expositivos. Estes são os casos das obras “Riverbed”, de Olafur Eliasson, e “Paraíso”, de Oscar Oiwa. Ambas as instalações, objetos de análise deste artigo, retratam a natureza de maneira diferente da tradição dos quadros e, ao serem examinadas por uma ótica intertextual – que aqui toma como referência conceitos seminais para essas formas de arte mais atuais –, suscitam um diálogo de natureza política e afetiva com o próprio local em que se encontram, tanto territorialmente quanto institucionalmente.

PDF (Portugués)