Normas de cooperação para a educação no Brasil: o sentido da política em Hannah Arendt

Autores

  • Simone Alves Cassini Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
  • Andreas Nascimento Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

DOI:

https://doi.org/10.14393/REPOD.issn.2238-8346.v6n3a2017-09

Palavras-chave:

Regime de colaboração, Educação, Política

Resumo

Diante da problemática de indefinição da cooperação federativa para execução dos serviços educacionais pelos governos, o pressente artigo apresenta reflexões sobre a política para implementação da cooperação intergovernamental no âmbito educacional, tomado como pressuposto de análise a relação entre ética, Estado e sociedade. Para tanto, abordamos os argumentos acerca da problemática da definição da colaboração como reflexo do sentido da ética na atualidade, e do vazio no sentido da política, utilizando para isso, o pensamento filosófico arendtiano.

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Métricas

Carregando Métricas ...

Biografia do Autor

Simone Alves Cassini, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

Doutora em educação pela Universidade Federal do Espírito Santo. Professora efetiva da educação básica no município de São Mateus – ES.

Andreas Nascimento, Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)

Doutor em Engenharia Mecânica pela UNESP. Professor permanente da Universidade Federal do Espírito Santo - Departamento de Engenharias e Tecnologia (UFES/DETEC), São Mateus.

Referências

AGUIAR, O. A. Filosofia, política e ética em Hannah Arendt. Ijuí –RS. Unijuí. 2009.

ARAÚJO, V. C. de. A cidade como espaço público de educação e de afirmação da cidadania: A experiência de Vitória/ES – Brasil, disponível em http://www.anpae.org.br/iberolusobrasileiro2010/cdrom/120.pdf>. Acesso em 02/11/2012.

ARAUJO, G. C. de. Constituição, federação e propostas para o novo Plano Nacional de Educação: análise das propostas de organização nacional da Educação brasileira a partir do regime de colaboração. Educação e Sociedade,v. 31, n. 112, p. 749-768, jul/set. 2010.

ARAUJO, G. C. de. Federalismo Cooperativo e Arranjos de Desenvolvimento da Educação: O atalho do empresariado para definição e regulamentação do Regime de Colaboração. GT 5/35ª reunião anual da ANPED. Porto de Galinhas, PE. Disponível em: http://35reuniao.anped.org.br/images/stories/trabalhos/GT05%20Trabalhos/GT05-2162_int.pdf>. Acesso em 01/11/2012.

ARENDT, H. A condição Humana.10 ed. Tradução de Roberto raposo. Rio de Janeiro. Forense Universitária, 2003.

ARENDT, H. O que é política? 3 ed. Tradução Reinaldo Guarany. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.

BAUMAN. Z.Em busca da política.Tradução de Marcus Penchel. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.

BERCOVICI, G. Desigualdades regionais, estado e constituição. São Paulo: Max Limonad. 2003.

CASSINI, S. A. As contribuições do CEDES ao PL 8.035/2010 e a concepção de regime de colaboração presente no PNE. In: IV Seminário Brasileiro de Educação, Campinas, 2013.

GABARDO, E.. Interesse público e subsidiariedade: o estado e a sociedade civil para além do bem e do mal. Belo Horizonte: Fórum, 2009.

OLIVEIRA, R.P.; SANTANA, W.. Educação e federalismo no Brasil: combater as desigualdades, garantir a diversidade. Brasília: UNESCO. 2010.

ZIMMERMANN, A. Teoria geral do federalismo democrático. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005.

Downloads

Publicado

2017-12-30

Como Citar

Cassini, S. A., & Nascimento, A. (2017). Normas de cooperação para a educação no Brasil: o sentido da política em Hannah Arendt. Revista Educação E Políticas Em Debate, 6(3). https://doi.org/10.14393/REPOD.issn.2238-8346.v6n3a2017-09

Edição

Seção

Artigos