PAISAGEM COM FUTURO DENTRO
DOI:
https://doi.org/10.14393/issn2358-3703.v13n2a2026-6Resumo
O artigo investiga a mobilidade como força dramatúrgica e política no espetáculo Eu amo Chris, do Coletivo de Teatro Dodecafônico. Partindo de um processo de criação atravessado pela pandemia e pela experiência do caminhar, o artigo propõe pensar o texto dramatúrgico como deriva e como ensaio, formas abertas e porosas, que se constroem a partir do deslocamento e da escuta do espaço urbano. A pesquisa articula referências como Achille Mbembe, Hagar Kotef e Christy Wampole, refletindo sobre fronteiras, corpos e liberdade sob perspectiva crítica e interdisciplinar. Ao abordar o formato de audiotour como parte do espetáculo, o artigo propõe pensar também o esgarçamento da cena e da escritura teatral.
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