Corpos insurgentes e teatralidades dissidentes
o giro decolonial estético em artes cênicas
DOI:
https://doi.org/10.14393/Resumo
Neste texto, de abordagem qualitativa e objetivo descritivo, por meio de procedimentos bibliográficos, partimos do princípio de que corpos insurgentes devem ocupar lugares estratégicos, como a escola, as universidades e instituições políticas, para instaurar o debate sobre temas sociais urgentes, dentre eles as relações étnico-raciais, de gênero, etárias, sobre capacitismo etc.. Consideramos que, desde essa ocupação, podem ser produzidas teatralidades dissidentes, via questionamento das sensibilidades e percepções, para convidar ao convívio. Concluímos que é pela interconexão entre escola, comunidade, universidade e organizações sociais, que projetos em artes cênicas adentram, com condições de alguma transformação, o complexo sistema semiótico que pauta as relações humanas. E que os diferentes sentidos de pertencimento são os meios pelos quais as negociações da experiência devem se dar.
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