O circuito espacial de produção de celulose e o uso corporativo do território em Mato Grosso do Sul

Autori

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT2180098

Parole chiave:

monocultivo, eucalipto, agronegócio, círculos de cooperação

Abstract

A instalação de fábricas de celulose, a partir de meados da década de 2000, ocasionou a expansão do circuito espacial de produção de celulose em Mato Grosso do Sul, especialmente em sua região leste. Nessa conjuntura, este trabalho tem como objetivo analisar o uso corporativo do território por parte das companhias produtoras de celulose em Mato Grosso do Sul. Por meio dos procedimentos metodológicos adotados – revisão bibliográfica; coleta e análise de dados de fontes secundárias; produção cartográfica; trabalho de campo –, averiguou-se que a expansão do circuito espacial de produção de celulose tem resultado na ampliação do controle territorial por parte das companhias fabricantes de celulose, circunstância que submete frações do território a novas lógicas produtivas guiadas pelas verticalidades do mercado global, impondo lógicas externas aos lugares.

 

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Biografia autore

  • Leandro Reginaldo Maximino Lelis, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba

    Professor no IFPB, campus Picuí. Doutor em Geografia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Mestre em Geografia pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), campus  de Três Lagoas. Licenciado e Bacharel em Geografia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), campus de Presidente Prudente.

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Pubblicato

2026-05-04

Fascicolo

Sezione

Artigos

Come citare

LELIS, Leandro Reginaldo Maximino. O circuito espacial de produção de celulose e o uso corporativo do território em Mato Grosso do Sul. Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 21, p. e2180098, 2026. DOI: 10.14393/RCT2180098. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/80098. Acesso em: 7 may. 2026.