Territorialização camponesa, identidade e reproduções sociais: os assentamentos rurais na metade sul do Rio Grande do Sul

Autores

  • Flamarion Dutra Alves Unesp/Rio Claro
  • Vicente Celestino Pires Silveira UFSM
  • Enéas Rente Ferreira Unesp / Rio Claro

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT2411828

Palavras-chave:

Assentamentos Rurais, Territorialização, Reforma Agrária, Metade Sul, Identidade camponesa

Resumo

Esse artigo tem o propósito de verificar os territórios construídos pelos assentamentos rurais da reforma agrária que se implementaram na metade sul do Rio Grande do Sul. Através de uma abordagem territorial, será feita uma análise das alterações processadas no espaço agrário gaúcho, onde por meio da identidade cultural, reproduções sociais e atividades camponesas, os assentamentos rurais se territorializaram no espaço caracterizado historicamente pelo latifúndio e monocultura. Nesse sentido, o processo de modificação do espaço pelas atividades camponesas estão presentes gerando uma nova organização da estrutura socioeconômica e cultural da metade sul gaúcha.

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Biografia do Autor

Flamarion Dutra Alves, Unesp/Rio Claro

Doutorando em Geografia

Vicente Celestino Pires Silveira, UFSM

Prof. Dr. do Centro de Ciências Rurais da UFSM

Enéas Rente Ferreira, Unesp / Rio Claro

Prof. Livre Docente do IGCE

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Publicado

04-04-2008

Como Citar

ALVES, F. D.; SILVEIRA, V. C. P.; FERREIRA, E. R. Territorialização camponesa, identidade e reproduções sociais: os assentamentos rurais na metade sul do Rio Grande do Sul . Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 2, n. 4 Ago., p. 82–97, 2008. DOI: 10.14393/RCT2411828. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/11828. Acesso em: 15 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos