LEVANTAMIENTO Y CARACTERIZACIÓN DE VACÍOS URBANOS NO CONSTRUIDOS EN EL MUNICIPIO DE SÃO JOSÉ DO RIO PRETO, SÃO PAULO
DOI:
https://doi.org/10.14393/RCG2778504Palabras clave:
Parcelamento, Edificação ou Utilização Compulsórios (PEUC), Função social da propriedade urbana, Ociosidade imobiliária, Metodologia de identificaçãoResumen
La producción de espacio urbano en Brasil, desde la perspectiva capitalista de transformar el suelo urbano en mercancía, estimula la expansión incesante de las ciudades, especialmente las medianas y grandes, provocando el surgimiento de considerables vacíos urbanos no construidos en medio al tejido urbano. Este artículo realizó el levantamiento y caracterización de vacíos urbanos no construidos en São José do Rio Preto, São Paulo, para apoyar la toma de decisiones de la gestión urbana en el combate al fenómeno. A través de un enfoque teórico-metodológico sobre los instrumentos para combatir y las herramientas para identificar estos vacíos, fue posible identificar 929 vacíos urbanos no construidos, equivalentes al 6,6% del perímetro urbano de la ciudad, y clasificarlos según grados de prioridad para la toma de decisiones, como es el caso de la aplicación del instrumento de planificación urbana Parcelación, Edificación o Uso Obligatorio (PEUO). De los 929 vacíos urbanos no construidos, 114 son de alta prioridad, 548 media y 267 baja prioridad. Así, se concluyó que las estrategias del municipio pueden partir desde los 114 vacíos urbanos con alta prioridad, centrándose en controlar el fenómeno y cumplir la función social de estos inmuebles y, en consecuencia, de la ciudad.
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