Corpos monstruosos e virtualidade: O inquietante feminista em Vitória Cribb
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Palavras-chave

Vitória Cribb
Virtualidade
Inquietante feminista
Glamour
Monstruosidade

Como Citar

Corpos monstruosos e virtualidade: O inquietante feminista em Vitória Cribb. (2026). Revista Estado Da Arte, 7(1), 324-338. https://doi.org/10.14393/EdA-v7-n1-2026-82234
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Resumo

Este artigo se propõe a argumentar que a criação de imagens de corpos disformes e monstruosos na virtualidade nos impele a estabelecer outras relações e conexões com a humanidade. No caso dos corpos de mulheres, essas novas relações ganham sentidos inquietantes, visto que estes corpos são continuamente cooptados pela dominação dos modos patriarcais de ver e de imaginar. A partir dessa perspectiva, o trabalho investiga e analisa duas séries de vídeos da artista Vitória Cribb (Brasil/1996), “Cherith Experiments: Surreal Chaos” (2025) e “Hybrid Series” (2026). A pesquisa articula os conceitos de: imagem e aparelhos tecnológicos, de Vilém Flusser; glamour, de Serge Margel; unheimlich, de Sigmund Freud e inquietante feminista, de Alexandra Kokoli. Como resultado, evidencia-se que a produção de Cribb mobiliza o inquietante feminista como estratégia estética e política, tensionando o glamour e instaurando formas de resistência às normativas de gênero no contexto das virtualidades.

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Referências

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