El proceso de democratización como legado inmaterial: la experiencia de gestión educativa en várzea paulista (2005-2012)
DOI:
https://doi.org/10.14393/REPOD-v15n2a2025-77418Palabras clave:
Gestión democrática, Políticas educativas, Subjetividades democráticasResumen
El artículo analiza las consideraciones de directivos y docentes sobre la gestión del Departamento Municipal de Educación (SME) de Várzea Paulista-SP, entre 2005 y 2012, centrándose en las perspectivas y tensiones relacionadas con el proceso democrático establecido. Se basa en la hipótesis de que la directriz política de democratización de las relaciones, adoptada por los directivos, contribuyó a la formación de subjetividades democráticas y representó una práctica concreta de democratización de la gestión educativa. Los datos fueron recolectados a través de entrevistas semiestructuradas y analizados según la metodología de análisis de contenido (Bardin, 2016), a partir de las reflexiones de Santos (2011) sobre la democracia. Los resultados indican que la valorización de conocimientos diversos en la construcción de políticas educativas y el reparto de la autoridad promovió subjetividades democráticas rebeldes y competentes, capaces de proponer alternativas sociales. Como legado intangible destaca la democratización de las relaciones entre los sujetos involucrados en el proceso educativo.
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