O sistema de produção na Bahia sertaneja do século XIX: uma economia de relações não-capitalistas
DOI:
https://doi.org/10.14393/RCT2411827Parole chiave:
Espaço agropecuário, Bahia, capitalismo, feudalismo brasileiroAbstract
Para um melhor entendimento do sistema de produção no sertão da Bahia - a que este artigo se propõe - faz-se necessário dar uma volta ao espaço agropecuário oitocentista e notar que o território continua sendo regido por muitas das normas e poderes instituídos no período colonial, enraizados e "aperfeiçoados" sesmarialmente para o período provincial brasileiro e passados hereditariamente a diversas regiões do Brasil contemporâneo. Os rebatimentos socioespaciais dessa hereditariedade sesmeira e latifundiária perduram no recorte regional deste trabalho. O presente artigo pretende trilhar a direção no sentido de contribuir para uma reflexão sobre a tese levantada por alguns autores de um feudalismo brasileiro que teve seu auge durante o século XIX e que preferimos chamar esse fenômeno de uma economia de relações não-capitalistas, refletido - ainda nos dias atuais - no modo de viver do habitante sertanejo do Estado da Bahia.Downloads
La data di download non è ancora disponibile.
Dowloads
Pubblicato
2008-04-04
Fascicolo
Sezione
Artigos
Licenza
Copyright (c) 2022 Revista Campo-Território

Questo volume è pubblicato con la licenza Creative Commons Attribuzione - Non commerciale - Non opere derivate 4.0 Internazionale.
Direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são do autor, com direitos de primeira publicação para a revista. Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais.
Come citare
BRANDÃO, Marcos Sampaio. O sistema de produção na Bahia sertaneja do século XIX: uma economia de relações não-capitalistas . Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 2, n. 4 Ago., p. 62–81, 2008. DOI: 10.14393/RCT2411827. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/11827. Acesso em: 20 apr. 2026.






















