O sistema de produção na Bahia sertaneja do século XIX: uma economia de relações não-capitalistas

Autores

  • Marcos Sampaio Brandão Universidade Federal da Bahia - UFBA

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT2411827

Palavras-chave:

Espaço agropecuário, Bahia, capitalismo, feudalismo brasileiro

Resumo

Para um melhor entendimento do sistema de produção no sertão da Bahia - a que este artigo se propõe - faz-se necessário dar uma volta ao espaço agropecuário oitocentista e notar que o território continua sendo regido por muitas das normas e poderes instituídos no período colonial, enraizados e "aperfeiçoados" sesmarialmente para o período provincial brasileiro e passados hereditariamente a diversas regiões do Brasil contemporâneo. Os rebatimentos socioespaciais dessa hereditariedade sesmeira e latifundiária perduram no recorte regional deste trabalho. O presente artigo pretende trilhar a direção no sentido de contribuir para uma reflexão sobre a tese levantada por alguns autores de um feudalismo brasileiro que teve seu auge durante o século XIX e que preferimos chamar esse fenômeno de uma economia de relações não-capitalistas, refletido - ainda nos dias atuais - no modo de viver do habitante sertanejo do Estado da Bahia.

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Biografia do Autor

Marcos Sampaio Brandão, Universidade Federal da Bahia - UFBA

Professor da Faculdade da Cidade do Salvador. Mestrando em Geografia pela UFBA.

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Publicado

04-04-2008

Como Citar

BRANDÃO, M. S. O sistema de produção na Bahia sertaneja do século XIX: uma economia de relações não-capitalistas . Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 2, n. 4 Ago., p. 62–81, 2008. DOI: 10.14393/RCT2411827. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/11827. Acesso em: 23 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos