Políticas de desenvolvimento, marginalização e criminalização das populações locais

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DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT164403

Resumo

O objetivo do artigo é analisar as dinâmicas de povoamento, de modernização agrícola e de industrialização do Cerrado e da Amazônia a partir de uma revisão da literatura que aborda o tema, sem se propor a resgatar tudo o que já foi produzido, mas com a intenção de trazer à tona as principais questões e discursos defendidos nas últimas seis décadas. De antemão, refuta-se a ideia de que os dois biomas eram desabitados e defende-se a tese de que o povoamento e estratégias de desenvolvimento econômico, estimulados pelos projetos de colonização e pelos programas agropecuários, agrominerais e hidrelétricos, marginalizaram as populações locais e tradicionais nos anos 1970 e 1980, porque não foram beneficiadas, e as criminalizaram a partir dos anos 1990, com uma rigorosa legislação de mitigação dos impactos ambientais dos grandes projetos.

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Biografia do Autor

Roberto de Sousa Miranda, Universidade Federal do Agreste de Pernambuco

Universidade Federal do Agreste de Pernambuco, Garanhuns, PE, Brasil.

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Publicado

20-04-2022

Como Citar

MIRANDA, R. de S. Políticas de desenvolvimento, marginalização e criminalização das populações locais. Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 17, n. 44 Abr., p. 42–62, 2022. DOI: 10.14393/RCT164403. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/61320. Acesso em: 20 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos