As lutas territoriais da memória contra o esquecimento

confrontos políticos e movimentos socioterritoriais seminais no Brasil

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DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT153507

Resumo

A disputa territorial e a organização de movimentos socioterritoriais não são traços recentes da questão agrária brasileira. Pelo contrário, são elementos de um processo histórico-geográfico complexo que motivou um amplo conjunto de sujeitos, tanto à construção de experiências territoriais de ofensivas e resistências quanto a apropriação coletiva e o intercâmbio de experiências de luta. Parte expressiva desse processo resultou em múltiplas significações sobre a noção e conceito de território, no âmbito da lógica-racionalidade dos movimentos socioterritoriais, sendo que algumas expressões foram traduzidas em aspectos étnicos-raciais e culturais, recursos e bens comuns e o corpo. Nosso objetivo neste artigo é apresentar elementos para compreendermos não somente o caráter geográfico das lutas, mas também a indissociabilidade com o processo histórico de construção de resistências territoriais para que, aos poucos, os leitores possam compreender como o tema território compõe parte relevante dos conflitos no campo, desde os últimos cinco séculos de história do Brasil.

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Publicado

30-06-2020

Como Citar

SOBREIRO FILHO, J. As lutas territoriais da memória contra o esquecimento: confrontos políticos e movimentos socioterritoriais seminais no Brasil. Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 15, n. 35 Abr., p. 172–201, 2020. DOI: 10.14393/RCT153507. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/55796. Acesso em: 13 jul. 2024.

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