Impactos do agronegócio florestal no Território Caminhos do Tibagi - PR

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT153513

Resumo

O agronegócio florestal tem avançado no Território Caminhos do Tibagi, impondo um modelo de exploração hegemônico das terras, visando o lucro para um grupo reduzido de pessoas. Esse modelo está inserido no processo histórico de exploração desse território pelas classes dominantes, com sustentação estatal. Esse modelo de desenvolvimento e ocupação do território resulta em uma série de impactos socioeconômicos e ambientais. Os territórios camponeses resistem e apresentam alternativas para outro modelo de desenvolvimento do território.

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Biografia do Autor

Guilherme Pedrollo Mazer, Universidade Estadual de Ponta Grossa

Graduado em Agronomia pela Universidade Estadual de Ponta Grossa, Brasil (2012) Mestre em Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável pela Universidade Federal da Fronteira Sul, Brasil(2018). Pesquisador e Extensionista Rural do Laboratório de Mecanização Agrícola-Lama da Universidade Estadual de Ponta Grossa.

Pedro Ivan Christoffoli, Universidade Federal da Fronteira Sul

Eng. Agrônomo (UFSC 1986), Especialista em Cooperativismo (UNISINOS 1996), mestre em Administração (UFPR 2000) e doutor em Desenvolvimento Sustentável (Universidade de Brasília 2009). Professor da Universidade Federal da Fronteira Sul. Coordenador do Núcleo de Estudos em Cooperação (NECOOP/UFFS). Professor do Programa de Pós-graduação em Agroecologia e Desenvolvimento Rural Sustentável (UFFS) e Desenvolvimento Territorial da América Latina (UNESP).

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Publicado

04-08-2020

Como Citar

MAZER, G. P. .; CHRISTOFFOLI, P. I. Impactos do agronegócio florestal no Território Caminhos do Tibagi - PR. Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 15, n. 35 Abr., p. 343–371, 2020. DOI: 10.14393/RCT153513. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/53456. Acesso em: 14 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos