Um projeto para o Brasil: sem precarização do trabalho e com sustentabilidade social e ambiental

Autores

  • Marcelo Rodrigues Mendonça Instituto de Estudos Sócio-Ambientais da Universidade Federal de Goiás – IESA/UFG

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT91826885

Palavras-chave:

Novo Código Florestal, Questão Agrária, Precarização do Trabalho, Conflitos Socioambientais

Resumo

O artigo realiza uma leitura geográfica dos efeitos da reforma do Código Florestal e sua relação com as pesquisas em Geografia Agrária e afins no campo brasileiro, especialmente nas áreas de Cerrado. As ações resultantes da fusão do capital industrial e financeiro a partir de meados da década de 1970, que buscam assegurar longevidade às condições de reprodução (simples e ampliada) do capital, nos permitiram identificar que esse movimento, denominado de reestruturação produtiva, possui dois importantes desdobramentos: a destruição ambiental e a precarização do trabalho, que se hibridizam, enquanto mecanismos globais para estabelecer o controle dos territórios. Portanto, fica claro o afrouxamento na legislação ambiental, neste caso, o novo Código Florestal, cuja estratégia é atender as demandas do capital mundializado, associado aos interesses de setores que se dizem ambientalistas e das elites agrárias e urbanas brasileiras.

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Publicado

24-06-2014

Como Citar

MENDONÇA, M. R. Um projeto para o Brasil: sem precarização do trabalho e com sustentabilidade social e ambiental . Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 9, n. 18 Jun., 2014. DOI: 10.14393/RCT91826885. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/26885. Acesso em: 15 jul. 2024.

Edição

Seção

3 - O novo código florestal e seus efeitos sobre os biomas e a agricultura

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