Paulo Freire e Educação do Campo: da invasão à ocupação cultural para a liberdade

Autores

  • Rafael Rossi UNESP - FCT de Presidente Prudente - SP
  • Cristiano Amaral Garboggini di Giorgi Docente do Dep. de Educação da UNESP/FCT de Presidente Prudente - SP

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT91723424

Palavras-chave:

Educação do Campo, Paulo Freire, Luta, Ocupação Cultural, Movimentos sociais

Resumo

Há um movimento mobilizador que na atualidade vem despertando a atenção de vários setores da sociedade, dentre eles a universidade, esse movimento se chama: Educação do Campo. No entanto, a partir da luta dos trabalhadores rurais, em muitos casos organizados em seus movimentos sociais e sindicais, há a necessária contextualização do conceito em construção da educação pensada a partir dos interesses dessa classe trabalhadora. É nesse intuito que o presente artigo e as reflexões que nele constam, a partir da tese de doutorado em Educação em andamento, o pensamento e a reflexão teórica contida nos escritos do educador Paulo Freire ajudam a desmistificar e distinguir projetos educacionais do campo e para o campo, rumo à  garantia dos direitos sociais, dentre eles a educação, e o reconhecimento do campo enquanto território e não somente local da produção.

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Publicado

06-05-2014

Como Citar

ROSSI, R.; DI GIORGI, C. A. G. Paulo Freire e Educação do Campo: da invasão à ocupação cultural para a liberdade . Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 9, n. 17 Abr., p. 652–671, 2014. DOI: 10.14393/RCT91723424. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/23424. Acesso em: 24 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos