O que teve de reforma agrária no Governo Lula?

Autores

  • Rafael Oliveira Coelho Santos NERA/UNESP

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT61213468

Palavras-chave:

Assentamentos rurais, Políticas de obtenção, Reforma agrária, Estrutura fundiária, Território

Resumo

Compreender as transformações territoriais é elemento importante para o conhecimento geográfico, sobretudo quando relacionadas a questões estruturais como a questão agrária. Neste sentido, a obtenção de terras para a reforma agrária nos possibilita compreender parte destas transformações, representadas pela territorialização da agricultura camponesa nos assentamentos rurais, que são resultados concretos da luta pela terra que impulsionam as políticas de reforma agrária em nosso país. A renovação da estrutura fundiária é fundamental na conceituação da reforma agrária, que prevê também avanços econômicos, sociais, políticos, ambientais, etc. Classificado como país com um dos índices de concentração de terra mais elevados do mundo, o governo brasileiro procura fundamentar suas ações de modo a ter nas desapropriações de terra o caráter principal da reforma agrária. No entanto, novas políticas vêm sendo utilizadas gradualmente na obtenção dos assentamentos rurais, em um processo que Fernandes (2010) chamou de reconceitualização da reforma agrária. Buscamos com este estudo entender melhor a obtenção de terras para a reforma agrária e suas implicações no território brasileiro, a fim de compreendê-lo em suas multiplicidades.

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Biografia do Autor

Rafael Oliveira Coelho Santos, NERA/UNESP

Pesquisador do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (NERA)

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Publicado

09-08-2011

Como Citar

SANTOS, R. O. C. O que teve de reforma agrária no Governo Lula? . Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 6, n. 12 Ago., p. 63–78, 2011. DOI: 10.14393/RCT61213468. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/13468. Acesso em: 15 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos