A divisão camponesa do trabalho no assentamento “16 de maio” - Ramilândia/PR

Autores

  • Leandro Daneluz Gonçalves Universidade Estadual do Oeste do Paraná
  • João Edmilson Fabrini Universidade Estadual do Oeste do Paraná

DOI:

https://doi.org/10.14393/RCT61212098

Palavras-chave:

Trabalho, Campesinato, Assentamento “16 de Maio”, Ramilândia

Resumo

Os assentamentos de reforma agrária são resultantes de lutas e resistências dos sem-terra. Este foi o caso do assentamento "16 de Maio" no município de Ramilândia/PR. No assentamento, os sem-terra constroem e reconstroem a sua condição de camponeses no qual se destaca o trabalho organizado a partir do núcleo familiar de produção. Embora subordinado à acumulação capitalista, o trabalho dos camponeses apresenta características não-capitalistas, que o diferencia substancialmente do trabalho assalariado, por exemplo. As características não-capitalistas do trabalho do camponês podem ser verificadas na sua divisão, pautada no número, sexo e idade dos membros da família.

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Biografia do Autor

Leandro Daneluz Gonçalves, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Geografia

João Edmilson Fabrini, Universidade Estadual do Oeste do Paraná

Professor de Graduação e Pós-Graduação em Geografia

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Publicado

09-08-2011

Como Citar

GONÇALVES, L. D.; FABRINI, J. E. A divisão camponesa do trabalho no assentamento “16 de maio” - Ramilândia/PR . Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 6, n. 12 Ago., p. 246–263, 2011. DOI: 10.14393/RCT61212098. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/12098. Acesso em: 22 jul. 2024.

Edição

Seção

Artigos