AVALIAÇÃO BROMATOLÓGICA E DIGESTIBILIDADE "IN VITRO" DE RAÇÕES PARA BOVINOS FORMULADAS COM COPRODUTOS DA INDÚSTRIA DO MILHO E DO ÁCIDO CÍTRICO

Autores

  • Fernanda Heloisa Litz Universidade Federal de Uberlândia
  • Evandro de Abreu Fernandes UFU
  • Cesar Calabria Pimenta UFU
  • Naiara Simarro Fagundes ESALq-USP
  • Isabel Cristina Ferreira UFU
  • Mayara Fabiane Gonçalves UFU

DOI:

https://doi.org/10.14393/VTv20n2a2014.23560

Palavras-chave:

fibra detergente ácido, matéria seca, proteína bruta

Resumo

RESUMO Objetivou-se avaliar a composição bromatológica e o valor de digestibilidade in vitro de dietas formuladas para bovinos com três coprodutos oriundos da indústria de processamento do milho e do ácido cítrico. As dietas foram formuladas e produzidas à base de coprodutos do milho, farelo de glúten de milho 21 (Promill), farelo de glúten de milho úmido (Golden Mill) e bagaço de cana, sendo os tratamentos : Dieta basal controle (A), Dieta teste com inclusão do coproduto Micélio (M), Dieta teste com inclusão do coproduto Précoat (P), Dieta teste com inclusão do coproduto Rafinate (R). Foram determinadas os teores de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), matéria mineral (MM), fibra detergente ácido(FDA), fibra detergente neutro(FDN) das matérias prima e das dietas, como também o valor de digestibilidade in vitro para cada um dos nutrientes. Os dados foram submetidos à análise de variâncias e as médias comparadas pelo teste de Tukey 5%. a digestibilidade da matéria seca (DMS) da dieta controle e aquela produzida com a inclusão do coproduto micélio. A dieta produzida com a inclusão de precoat teve um valor de DMS intermediário, enquanto a inclusão do rafinate apresentou piores valores para digestibilidade. A digestibilidade da proteína bruta (DPB) foi maior (96,36%) na dieta com inclusão do micélio, sendo superior à ração controle (95,65%). A dieta com a inclusão do rafinate apresentou o menor valor de digestibilidade (92,51%) para a proteína bruta. As frações lipídicas das dietas apresentaram resultado de digestibilidade igual nos tratamentos controle, precoat e rafinate. A digestibilidade da fração mineral (DMM) das dietas se mostrou igual nos tratamentos controle, micélio e precoat. A dieta controle mostrou maior DFDA e DFDN, seguida pelas dietas com inclusão do micélio, precoat e rafinate. Os coprodutos Micélio, Precoat e Rafinate originários da indústria de processamento do milho e ácido cítrico, podem ser considerados matéria prima de inclusão nas dietas de ruminantes, nos níveis testados.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Evandro de Abreu Fernandes, UFU

Prof. Doutor da Faculdade de Medicina Veterinária, Área Nutrição Animal

Cesar Calabria Pimenta, UFU

Graduando em Medicina Veterinária

Naiara Simarro Fagundes, ESALq-USP

Médica Veterinária, Doutoranda Esalq-USP

Isabel Cristina Ferreira, UFU

Professora Doutora da Faculdade de Medicina Veterinária Setor Bovinocultura de Corte

Mayara Fabiane Gonçalves, UFU

Mestranda em Ciências Veterinárias da Universidade Federal de Uberlândia

Downloads

Publicado

2015-02-03

Como Citar

Litz, F. H., Fernandes, E. de A., Pimenta, C. C., Fagundes, N. S., Ferreira, I. C., & Gonçalves, M. F. (2015). AVALIAÇÃO BROMATOLÓGICA E DIGESTIBILIDADE "IN VITRO" DE RAÇÕES PARA BOVINOS FORMULADAS COM COPRODUTOS DA INDÚSTRIA DO MILHO E DO ÁCIDO CÍTRICO. Veterinária Notícias, 20(2). https://doi.org/10.14393/VTv20n2a2014.23560