ESTOMACAL: corpos fragmentados e ideias má digeridas
Capa com imagem de autoria de Nikoleta Kerinska, mostra fragmento de elemento vegetal sobre torax humano
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Mots-clés

Vanitas
presunto
instalação
materiais orgânicos
escultura

Comment citer

ESTOMACAL: corpos fragmentados e ideias má digeridas. (2025). Revista Estado Da Arte, 6(2). https://doi.org/10.14393/EdA-v6-n2-2025-79730
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Résumé

Este artigo tem como foco o trabalho artístico “ESTOMACAL”, realizado por esta autora, uma abordagem do gênero vanitas na arte contemporânea, envolvendo a prática da taxidermia e abordando a relação entre materialidades orgânicas e industriais. No processo de investigação teórica, concentrei-me em determinadas palavras, como “presunto” e “apresuntado”, buscando abertura semântica a partir de suas acepções – formais, metafóricas, adjetivas, coloquiais –, que revelasse aspectos da relação contemporânea com o signo “carne”, abordando de que formas essas palavras são utilizadas como referência a animais e a seres humanos. Por fim, o artigo se vale do pensamento de John Peter Berger para um acercamento de questões como a cultura do consumo, a estetização da morte e a ontologia dos animais.

 

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Références

BERGER, John. Por que olhar para os animais? São Paulo: Editora Fósforo, 2021.

CARVALHO, Fernando. Ovelha Dolly e Zoológico a céu aberto. Belo Horizonte: Javali, 2019.

FUNDAÇÃO BIENAL DE SÃO PAULO. Carmela Gross. Disponível em: http://34.bienal.org.br/artistas/7861 Acesso em: 12 de junho de 2025.

PANITZ, Marília. Da escultura abjeta à vanitas às avessas: ESTOMACAL. Texto curatorial. Prêmio Pipa, 2024. Disponível em: https://www.premiopipa.com/wp-content/uploads/2018/02/ESTOMACAL_Da-escultura-abjeta-%C3%A0-vanitas-%C3%A0s-avessas_Mar%C3%ADlia-Panitz.pdf Acesso em: 14/03/2025.