MAPEAMENTO PARTICIPATIVO PARA A GESTÃO DE RISCO DE DESASTRES: REGIÃO DOS BAÚS, ILHOTA - SC

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Débora Ferreira
Lisangela Albino
Mário Jorge Cardoso Coelho Freitas

Resumo

O artigo apresenta o resultado de um estudo de caso que integrou duas pesquisas sequenciais e interligadas, realizadas na Região dos Baús no município de Ilhota, Santa Catarina, região que sofreu grandes impactos com os movimentos de massa e inundações de 2008. Estas duas pesquisas conï¬guram um desenho de estudo de caso. A primeira etapa consistiu na elaboração de um mapeamento de risco participativo e de um Sistema de Informações Geográï¬cas Participativo (SIG-P); a segunda etapa incidiu na comparação dos resultados desse mapeamento participativo com um trabalho exclusivamente técnico (sem participação social), desenvolvido pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM).As técnicas de coleta de dados e intervenção transformadora incluíram reuniões e oï¬cinas comunitárias, trabalho de campo participativo, observação participante e trabalho técnico em laboratório de geoprocessamento. A pesquisa realizada evidenciou a competência das comunidades em lidar com tecnologias de informação, elaborar e interpretar mapeamentos de risco e participar, ativamente, em diversas atividades de gestão/redução de risco de desastres. O formato de intervenção utilizado pode, com devidas adaptações, ser usado em outros locais e situações. O SIG-P é uma metodologia eï¬ciente que pode ser aplicada pelos tomadores de decisão, permitindo integrar o ponto de vista comunitário.

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Como Citar
FERREIRA, D.; ALBINO, L.; FREITAS, M. J. C. C. MAPEAMENTO PARTICIPATIVO PARA A GESTÃO DE RISCO DE DESASTRES: REGIÃO DOS BAÚS, ILHOTA - SC. Revista Brasileira de Cartografia, [S. l.], v. 69, n. 4, 2017. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/revistabrasileiracartografia/article/view/44330. Acesso em: 8 ago. 2022.
Seção
Artigos