DANCE PARA NÃO DANÇAR: ATRAVESSAMENTOS ENTRE A DANÇA DE RUA E A JUVENTUDE PERIFÉRICA DA VILA EMBRATEL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14393/issn2358-3703.v13na2026-6

Resumo

Este artigo apresenta uma reflexão do artista, educador e praticante de Dança de Rua, Arison Robert (Nosira), a partir da experiência vivenciada com a Cultura de Rua junto a adolescentes e jovens moradores da Vila Embratel, São Luís, Maranhão, inseridos em uma prática artística e pedagógica, como suporte emancipador de protagonismo e resistência, tendo como referência as práticas educativas e pedagógicas de Paulo Freire (1982, 1996), os estudos de Teoria do Movimento de Rudolf Laban (1978) e a experiência em Dança de Rua de Rafael Guarato (2008).

Biografia do Autor

  • Gisele Vasconcelos, Universidade Federal do Maranhão

    Universidade Federal do Maranhão. Professora do Departamento de Artes Cênicas. Projeto de pesquisa Táticas de Sobrevivência e de Autogestão: estudo dos impactos da covid 19 nas artes cênicas. Fomento: FAPEMA.

  • Arison Robert Campos Nascimento, Universidade Federal do Maranhão

    Universidade Federal do Maranhão. Graduado em Licenciatura em Teatro. Projeto concluído. Artes Cênicas. Orientadora: Gisele Vasconcelos.  Dançarino de dança de rua. Integra o Akofá ligada ao Ilê Amãhousú.

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Publicado

23.07.2026

Edição

Seção

DANÇAS DE PERIFERIA E DA CULTURA HIP HOP: contextos, perspectivas, propostas pedagógicas, outros desdobramentos e problematizações.

Como Citar

DANCE PARA NÃO DANÇAR: ATRAVESSAMENTOS ENTRE A DANÇA DE RUA E A JUVENTUDE PERIFÉRICA DA VILA EMBRATEL. (2026). Revista Rascunhos - Caminhos Da Pesquisa Em Artes Cênicas, 13(3). https://doi.org/10.14393/issn2358-3703.v13na2026-6