Os caminhos do turismo comunitário

afirmação territorial na Comunidade Quilombola do Cumbe, Aracati – CE

Auteurs-es

DOI :

https://doi.org/10.14393/RCT153918

Résumé

A presença da carcinicultura e da empresa eólica na comunidade quilombola-pesqueira do Cumbe (Aracati, Ceará, Brasil), cria e intensifica o racismo ambiental, configurando diversos conflitos socioambientais neste território tradicional. Em meio a isto, a comunidade busca proteger a identidade, história e o modo de vida de seu povo quilombola. Uma dessas resistências é o turismo comunitário, que colabora na visibilidade e defesa territorial. Este artigo analisa como a prática do turismo comunitário se configura como afirmação e valorização do território quilombola-pesqueiro do Cumbe. A metodologia baseou-se em levantamento bibliográfico-documental e pesquisa de campou, com a vivência das pesquisadoras em práticas coletivas organizadas dentro do território, lançando mão de processos participativos e da cartografia social. A partir do turismo comunitário, o Cumbe evidencia resistências territoriais, em meio ao avanço de empreendimentos dominantes que ameaçam o modo de vida, a história e a natureza deste território quilombola-pesqueiro.

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Biographies de l'auteur-e

  • Lara Maia dos Santos, Universidade Estadual do Ceará

     

     

  • Camila Dutra dos Santos, Universidade Estadual do Ceará

     

     

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Publié

2020-12-30

Numéro

Rubrique

Identidades, Territorialidades e Redes no Campo

Comment citer

SANTOS, Lara Maia dos; SANTOS, Camila Dutra dos. Os caminhos do turismo comunitário: afirmação territorial na Comunidade Quilombola do Cumbe, Aracati – CE. Revista Campo-Território, Uberlândia, v. 15, n. 39 Dez., p. 333–352, 2020. DOI: 10.14393/RCT153918. Disponível em: https://seer.ufu.br/index.php/campoterritorio/article/view/60311. Acesso em: 9 févr. 2026.

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